Home Data de criação : 08/09/16 Última atualização : 08/09/25 18:43 / 3 Artigos publicados
 

arte de se viver (Israel ,Arthur e Arteiro)

I Segundo essa teoria, ao captar uma imagem, o olho humano levaria uma fracção de tempo para "esquecê-la". Assim, quando os fotogramas de um filme de cinema são projectados na tela, o olho misturaria os fotogramas anteriores com os seguintes, provocando a ilusão de movimento: um objecto colocado à esquerda num fotograma, aparecendo à direita no fotograma seguinte, cria a ilusão de que o objecto se desloca da esquerda para a direita.

Estudos mais recentes comprovam que a visão é mais complexa e que essa explicação não é inteiramente correcta. Sabe-se hoje que a ilusão de óptica provocada pela exibição de imagens em seqüência se divide entre o movimento beta e o movimento phi. Avanços nas áreas da fisiologia e neurologia procuraram demonstrar já nos anos 70 que a persistência da visão seria um mito. Hoje ainda o conceito é usado, especialmente por teóricos do cinema.

II    Para os Irmãos Lumiére, a invenção poderia ser explorada algum tempo como curiosidade científica, mas sem nenhum interesse comercial. Percebendo rapidamente o sucesso alcançado pelo cinema e o fascínio despertado no público, os Irmãos Lumiére investiram maciçamente na Indústria Cinematográfica, na montagem e nas distribuições das películas.
   
Sendo assim, a sétima arte corresponde à primeira tentativa de sociabilidade e democratização da arte no início do século XX, visto que no período inicial a linguagem cinematográfica era universal, pois as películas produzidas não possuíam som, podendo ser vistas em qualquer parte do mundo.
   
Cabe esclarecer que a sétima arte foi fruto da Revolução Industrial, das inovações tecnológicas ocorridas no século XIX, inovações que foram patrocinadas pela burguesia. A Indústria Cinematográfica nas primeiras décadas do século XX desenvolve-se rapidamente e toda lógica interna, seja nas distribuições das películas  ou nas montagens dos mesmos, voltam-se para a reprodução da ideologia dominante e da obtenção e repetição do sucesso nas bilheterias capazes de agradar o público e promover o lucro.

   

VI Pra mim um mímico transcende um ator. A relação é que na mímica o ator deixa de ser um ator que interpreta um texto através de um personagem, e torna-se ele proprio o personagem. Um ator-criador de um teatro físico que elabora o texto, dirige e atua na figura de alguém à frente de um personagem e não atrás dele, diferentemente do ator-intérprete de ficção que inicia seu processo de criação a partir de um texto e representa seu personagem. Vemos muitos mímicos que antes de fazer mímica eram atores. É para tudo é preciso muito estudo e muita vivência.. não tem atalhos... É mesmo com medo, timidez... dar sempre o pontapé inicial. Só aprendemos a fazer .. fazendo! Boa Sorte

 


Para visualizar todos os artigos